Brasil encerra Copa do Mundo de canoagem com quatro medalhas e três vagas para os Jogos de Tóquio

sáb, 15 mai 2021 17:35:18 -03:00



Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

O Brasil encerra a Copa do Mundo de Paracanoagem em Szeged na Hungria com quatro medalhas, sendo duas de ouro, uma prata e uma bronze. Além disso, mais três vagas para os Jogos Paralímpicos de Tóquio foram conquistadas. Ao todo, a canoagem contará com sete atletas na capital japonesa
 
Em Szeged, a equipe brasileira contou com seis nomes: Adriana Gomes de Azevedo, Debora Raiza Benevides, Fernando Rufino de Paulo, Luis Carlos Cardoso, Mari Santilli e Giovane Vieira de Paula.

O grande destaque do Brasil foi Fernando Rufino com duas medalhas de ouro, sendo uma no VL2 200m e outra no KL2 200m. “Conquistar essas duas medalhas de ouro neste evento no nível super alto que estava aqui é motivo de muito orgulho, de muita felicidade de um trabalho com meu treinador Thiago Puppo, um cara sensacional. Representar o meu Brasil aqui é motivo de muita alegria, minha família, minha cidade Itaquiraí”, comenta Rufino que garantiu mais uma vaga para o Brasil nos Jogos de Tóquio.
 
Neste sábado, 15,  Luis Carlos Cardoso conquistou a medalha de bronze na prova KL1 200m. Além dos dois ouros de Rufino, mais o bronze de Cardoso, Debora Benevides subiu no pódio na sexta, 14, na VL2 200m, essa categoria teve a final direta e a brasileira levou a medalha de prata por ter concluído o percurso em 1min07s90.

Giovane Vieira de Paula chegou à final B do KL3 200m com o tempo de 44s81 e garantiu o 3º lugar.  Por ser a melhor resultado do continente, um dos critérios para obtenção de vaga paralímpica nesta prova, Giovane conquistou uma vaga para o  Brasil nos Jogos de Tóquio. Já neste sábado, ele disputou a final do VL3 200m e chegou em 5º lugar. 

As outras dus vagas brasileiras para o maior evento paradesportivo do mundo vieram nas provas KL3 e KL1, com Mari Santilli e Adriana Gomes de Azevedo, respectivamente. Ambas ternimaram em sétimo lugar, porém, os critérios para obtenção de vaga estabeleciam que todas as finalistas nestas provas garantiriam vaga o seu país.
 
Para o treinador Thiago Pupo, o bom resultado brasileiro foi uma somatória de fatores, ele destaca que no Centro de Treinamento da Paracanoagem em Ilha Comprida/SP que conta com recursos tecnológicos adquiridos pela Confederação Brasileira de Canoagem e também um grande destaque na expertise técnica adquirida nos últimos anos. “A metodologia que foi utilizada no treinamento dos atletas é a mesma que o Jesus Morlán utilizava com os atletas da canoa na Canoagem Velocidade. Trabalhamos muito na estratégia da prova. Eu sou fruto da CBCa, em 2014 quando surgiu a ideia de capacitar os técnicos brasileiros e adquirir a experiência com os treinadores internacionais contratados na época foi importante para receber e aprimorar essas técnicas”, comenta Pupo.
 
*Com informações da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

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